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Quem somos - ArcelorMittal Tubarão

Perguntas Frequentes

Muitas dúvidas são recorrentes em relação ao nosso processo produtivo. A ideia desse espaço é relacionar as principais e tentar, de forma clara e objetiva, explanar sobre elas, deixando você mais informado e consciente de nossos processos. Talvez não tenhamos aqui respostas para todas as dúvidas, ou mesmo, não tenhamos consciência delas, por isso ele será construído dia a dia junto com você.

Deixe seus questionamentos aqui, que vamos respondê-los o mais breve possível.

Quem pode participar do Processo Seletivo do Programa de Estágio da ArcelorMittal Tubarão 2018?

Ensino Técnico: estudantes de cursos técnicos do TURNO NOTURNO, nas especialidades oferecidas, que concluirão seus cursos no ano de 2018 ou que já tenham concluído a parte teórica, porém, possuam vínculo com a instituição de ensino e por isso podem ainda realizar estágio.

Ensino Superior: estudantes dos cursos nas especialidades oferecidas, que concluirão seus cursos entre julho de 2018 e dezembro de 2019.

O atendimento aos pré-requisitos garante minha participação no processo?

Atender aos pré-requisitos divulgados não garante a sua aprovação para a próxima fase. Será realizada uma análise do perfil de cada candidato, levando em consideração diversas necessidades do programa, além das especificações de cada oportunidade de estágio.

Como faço para participar do processo seletivo?

A inscrição se dará com sucesso após dois passos:

  1. Cadastro/Atualização de currículo: Você deverá preencher/atualizar seu currículo no site da ArcelorMittal Tubarão (tubarao.arcelormittal.com), para isso clique nos seguintes links: RECURSOS HUMANOS > TRABALHE CONOSCO > CADASTRO DE CURRICULO. Certifique-se de ter preenchido todos os campos corretamente, qualquer incompatibilidade de dados o impedirá de se candidatar a uma oportunidade.

    OBS: Cursos TÉCNICOS devem ser cadastrados no local destinado ao NÍVEL MÉDIO.

  2. Candidatura a uma oportunidade: Após o preenchimento do currículo, você deverá candidatar-se a uma vaga na especialidade desejada e compatível com sua formação. Para isso acesse: RECURSOS HUMANOS > TRABALHE CONOSCO > PROCESSO SELETIVO – ESTÁGIO. Após escolher sua opção, clique em ENVIAR.

    OBS: Certifique-se de ter escolhido corretamente a especialidade desejada.

Já sou cadastrado, mas esqueci minha senha. O que faço?

Para quem já possui currículo, mas esqueceu a senha de acesso, há uma opção de solicitar ao sistema que reenvie a senha para o e-mail cadastrado.

Esqueci minha senha e meu e-mail cadastrado está desativado. E agora?

Entre em contato com o CIEE/ES pelo e-mail: estagioamt@ciee-es.org.br ou telefone 3232-3221/ 3232-3214

O sistema diz que meu curso é incompatível com a especialidade. Por que?

Para validar sua inscrição, o sistema verifica a compatibilidade entre sua formação escolar e a especialidade selecionada. Certifique-se de ter preenchidos em seu currículo, todos os dados acadêmicos corretamente. Esteja atento ao tipo de escolaridade e a previsão de conclusão do curso, bem como carga horária de estágio necessária para a conclusão do mesmo.

Quais são as etapas de seleção?

A seleção dos estagiários será realizada através de triagem de inscrições, prova online, dinâmicas de grupo e exames médicos.

Como sou informado das etapas de seleção?

Toda comunicação, convocação e resultados, é feita EXCLUSIVAMENTE pelo site da ArcelorMittal Tubarão (RECURSOS HUMANOS > ACOMPANHAMENTO PROCESSO SELETIVO). Durante o processo é importante verificar o site TODOS OS DIAS.

Qual é o valor da bolsa auxílio?

Nível Técnico: R$ 746,00.

Nível Superior: R$ 800,00.

Existe possibilidade de efetivação ao final do estágio?

Sim.

Qual a carga horária de estágio?

Nível Técnico: 6 horas.

Nível Superior: 4 horas.

Qual o setor que eu posso estagiar que tenha maior possibilidade de ser contratado como efetivo, se for o caso?

Todos têm oportunidades iguais.

Eu já participei de outro processo seletivo para estagiário e não fui selecionado. Posso participar novamente?

Sim, desde que atenda aos pré-requisitos e faça a inscrição novamente.

Quais têm sido os principais investimentos recentes da ArcelorMittal Tubarão para conter suas emissões na Grande Vitória?

A ArcelorMittal Tubarão está executando, desde 2014, um plano de investimentos ambientais no valor de R$ 400 milhões de reais, conforme compromisso assumido com o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA).

O mais recente investimento anunciado e já contratado é o Gas Cleaning Bag Filter, considerado pela Comunidade Europeia a melhor tecnologia hoje disponível no mundo e já autorizada pelo Iema. O Gas Cleaning consiste em um sistema de filtro de mangas (equipamentos de controle ambiental que promove a limpeza do gás por meio da retenção física das partículas) que tem uma previsão de redução de até 90% das emissões de material particulado total da chaminé da Sinterização. A tecnologia encontra-se em implantação e entrará em operação até janeiro de 2018, com investimento previsto de 101 milhões de reais e que evidenciará a ArcelorMittal Tubarão como pioneira no Brasil a contar com uma sinterização dotada desse moderno equipamento.

Outro investimento de destaque, da ordem de 30,2 milhões de reais, é a troca dos carros de carregamento nº 1 e nº 2 de da Coqueria, além de reforma do carro nº 3 (carro reserva). Os novos carros possuem melhor tecnologia de selagem das bocas de carregamento, contando com sistema automatizado.

Também concluímos, em setembro de 2015, a entrega da modernização tecnológica de nossos três precipitadores eletrostáticos da Sinterização para remoção de partículas dos gases. Foram concluídas também as obras que ampliaram em 50% a capacidade de filtragem do seu sistema de despoeiramento do desenfornamento de coque.

Em novembro de 2015 foi antecipado o início do Plano Verão, uma iniciativa que vem sendo implementada pela empresa desde 1994 em virtude das condições climáticas da estação. As medidas intensificam os controles ambientais, com destaque para a aplicação de polímero nas pilhas de matérias-primas, a redução da altura do empilhamento e limpeza e umectação de vias com a aplicação de produto a base de melaço de cana, para evitar a ressuspensão de poeira.

Os detalhes do Plano foram comunicados para 39 associações comunitárias de Vitoria, Serra e Vila Velha e continua disponível para consulta no endereço: tubarao.arcelormittal.com/meioambiente.

O que a ArcelorMittal Tubarão faz para evitar que seus estoques de carvão a céu aberto gerem emissões na Grande Vitória?

Suas unidades industriais são dotadas de equipamentos eficazes de controle ambiental, dentre eles destacam-se filtros de mangas, precipitadores eletrostáticos, lavadores, sistemas de aspersão de pilhas de carvão e minérios, e lavagem de ruas. Também possui um extenso cinturão verde com mais de 2,6 milhões de árvores e arbustos, e que tem como função principal ser uma barreira natural no entorno da usina. Informa, ainda, que instalou Wind Fences nas seis pilhas de carvão localizadas no pátio da Sol Coqueria, em virtude da não viabilidade do Cinturão Verde no local por causa da área física disponível.

Estudo realizado pelo MRI – Midwest Research Institute atestou que o Cinturão Verde da Empresa no entorno dos pátios possui uma eficiência de controle da ordem de 75%. Um plano de reforço do Cinturão Verde, já se encontra em curso desde 2010 objetivando elevar sua eficiência a patamares de 84%. Além disso, temos utilizado a aplicação de polímeros nas pilhas para conter o arraste. Vale ressaltar que os pátios de matérias primas da ArcelorMittal Tubarão representam apenas 2,4% de suas emissões totais de material particulado.

Nessas operações específicas a empresa adota os seguintes controles ambientais: Sistema de Aspersão de Água e polímeros nas pilhas de carvão e minério, Cinturão Verde e Wind Fence como barreira para os Ventos, cobertura de correias e sistemas de filtros de mangas nas transferências de materiais.

A empresa tem divulgado uma série de investimentos para conter a poluição atmosférica, porém não apresentou nada para resolver o problema das pilhas de carvão que ficam ao ar livre. Quais são as medidas que a empresa pretende tomar em relação a esse problema?

A ArcelorMittal Tubarão tem concentrado seus investimentos ambientais onde estão os principais focos de emissão dentro de seu processo produtivo. Recentemente, foi assinado o termo de início das obras dos Filtros de Manga na sinterização, que responde por 20% de nossas emissões. Esse equipamento vai reduzir em até 90% as emissões desta área, que é a maior fonte de emissão da empresa.

Nossos pátios hoje são responsáveis por apenas 2,4% do total de emissão da planta industrial e há a aplicação de polímero químico nas pilhas de carvão, o que evita a existência de emissões fugitivas vindas dessa fonte. A empresa realiza um monitoramento contínuo de toda a produção e os resultados são encaminhados ao Iema constantemente.

Se os pátios são responsáveis por apenas 2,4% das emissões da empresa, qual é a participação dos outros processos?

Sinterização 20%, Coqueria 10%... (ver outros)

A empresa tem dados que mostrem a redução de poluentes a partir das medidas já adotadas? Quais são?

Sim. As medidas adotadas pela Empresa são monitoradas diariamente por inspeções em campo, sistemas informatizados e monitores contínuos instalados em suas chaminés. Todas as informações são reportadas aos órgãos ambientais por intermédio das condicionantes estabelecidas na Licença de Operação da Usina. A Empresa realiza auditorias sistemáticas para avaliar a eficiência dessas medidas, estando os resultados disponíveis para consulta pelos órgãos de controle.

A empresa esclarece que em 2014 foi submetida à Auditoria de Conformidade Legal Estadual e Municipal, que atestou o cumprimento das condicionantes estabelecidas em sua Licença de Operação. Em 2015 recebeu 31 ações fiscalizatórias dos órgãos ambientais (Municipal e Estadual) para inspeção os seus controles ambientais e nenhuma delas atestaram não conformidades legais. Nossa previsão é de reduzirmos na ordem de 30% nosso indicador de emissão específica de material particulado para cada tonelada de aço produzida (kg/tab). Somente na sinterização o investimento do filtro de mangas trará uma redução total na empresa de 18% da emissão de material particulado.

Quanto foi até hoje o investimento ambiental da empresa?

Desde sua instalação, a empresa já acumula investimentos de quase 800 milhões de dólares na área ambiental. Somente na área atmosférica, em 2014, foram investidos 18,2 milhões de dólares. Em 2015, foram aproximadamente 31 milhões de dólares. Para 2016, a previsão é de 16,8 milhões de dólares.

De onde vem o pó que está nas casas dos capixabas, especialmente as que ficam localizadas próximas à empresa?

O material particulado gerado vem de várias fontes: origem veicular (incluindo resuspensão de vias), atividades da construção civil (incluindo terraplanagem, como a realizada no Aeroporto de Vitória), queimadas e industrial. Os estudos de caracterização realizados ao longo dos anos na região das Ilhas mostram que a parcela que pode ser atribuída à ArcelorMittal Tubarão vem sendo reduzida ao longo dos anos.

No primeiro estudo, em 1997, tínhamos uma contribuição da ordem de 10 a 11%. Hoje nossos números indicam uma contribuição média menor que 10% na poeira sedimentável. Cabe ressaltar que esta é uma avaliação conservadora da nossa contribuição pelas condições geográficas e predominância dos ventos.

Nas outras regiões da Grande Vitória, a nossa participação é menor ainda, pois existem outros contribuintes que não as fontes industriais.

E a fumaça que a gente vê saindo das chaminés da empresa? Essa poluição é exclusiva da ArcelorMittal Tubarão?

As fontes industriais da ArcelorMittal Tubarão são de responsabilidade nossa. As demais fontes são de outras empresas na ponta de Tubarão. É preciso diferenciar o efeito visual dos limites legais de emissão, além do real impacto dessas fontes na qualidade do ar da região. É preciso também diferenciar vapor d’água de emissões. Além disso, sabemos que a visibilidade das emissões causa incômodo à comunidade e, portanto, estaremos investindo cerca de R$ 400 milhões de reais em sistemas de controle adicionais.

Em relação ao principal objeto de reclamação da comunidade, que é a chaminé da sinterização, estão sendo investidos 101 milhões de reais em um novo sistema de filtros de mangas. Com isto, a visibilidade estará sendo reduzida em até 90% de forma a causar o mínimo de incômodo, trazendo ainda ganhos na qualidade do ar da região.

Essa fumaça faz mal à saúde?

Os estudos epidemiológicos já realizados não afirmam ter relação direta das nossas emissões com problemas de saúde. Sabemos que pelo inventário publicado pelo IEMA, as emissões veiculares têm as maiores contribuições, cerca de 70%. E são a estas que a população está mais exposta.

A empresa apoia e incentiva todo o debate técnico que venha a contribuir para o maior conhecimento científico sobre os efeitos da Qualidade do Ar da Grande Vitória sobre a Saúde Humana. A empresa considera que a atualização dos estudos epidemiológicos oficiais realizados na Região da Grande Vitória poderá vir a ser uma iniciativa valiosa para identificar causas das patologias, assim como origens das diversas fontes emissoras, possibilitando então, que sejam priorizadas as melhorias nas ações de controle de maior relevância.

Por que essa fumaça fica mais evidente em alguns dias da semana e ou horários, como nesta foto?

Foto do dia 21/05/16, às 14h22
Foto do dia 21/05/16, às 14h22

A visibilidade é em grande parte influenciada pela posição do observador em relação ao sol, variando assim em diferentes períodos do dia e ano. As concentrações de material particulado e gases emitidos são monitorados continuamente e reportadas ao órgão ambiental licenciador, onde podemos comprovar o atendimento aos limites estabelecidos.

Os resultados no monitoramento contínuo por volta das 14h, do dia 21 de maio de 2016 (data da referida foto) foram:

  • Chaminé da Sinterização? 34,07 mg/Nm³ - Limite Legal 50,00 mg/Nm³
  • Chaminé 1 da Coqueria ? 28,62 mg/Nm³ - Limite Legal 60,00 mg/Nm³
  • Chaminé 2 da Coqueria ? 27,92 mg/Nm³ - Limite Legal 60,00 mg/Nm³

Os limites são para média diária, mas os resultados estão bem inferiores mesmo na média horária. O que acontece é que estamos com condições climáticas que favorecem a visibilidade, isto é, calmaria de vento, umidade, tempo nublado e os vapores de água de alguns processos que se assemelham as emissões.

Há suspeitas de que a empresa espera anoitecer para liberar emissões, quando a população não pode ver. O que a empresa tem a dizer?

O que podemos afirmar com total certeza é que nossas operações funcionam 24 horas por dia, sete dias da semana. Os equipamentos funcionam de forma ininterrupta e não podem ser desligados, caso contrário danificam.

Sabemos que é complicado o entendimento da população em virtude do efeito visual, mas tem a ver com a visibilidade, que é, em grande parte, influenciada pela posição do observador em relação ao sol, variando assim em diferentes períodos do dia e ano. As concentrações de material particulado e gases emitidos são monitorados continuamente e reportadas ao órgão ambiental licenciador, onde podemos comprovar o atendimento aos limites estabelecidos.

Que estudos da empresa comprovam seus argumentos de que sua poluição está abaixo dos índices recomendados?

Os resultados do monitoramento contínuo que realizamos, cujos dados são enviados e comprovados pelo IEMA, além das auditorias de conformidade legal que atestam na íntegra o atendimento de todos os requisitos legais a que estamos submetidos. A última foi realizada em Outubro de 2014 e já estamos com outra em andamento nesse ano de 2016, cujo relatório é entregue aos órgãos ambientais estadual e municipal.

Além disso, estudos como os realizados nos pátio de carvão e minérios para atestar a eficiência do cinturão verde bem como os estudos realizados para caracterizar a visibilidade das emissões da sinterização são exemplos de pesquisas adicionais que fazemos para empregarmos as melhores práticas apropriadas a nossa operação.

Investimos também em pesquisas para caracterização da poeira sedimentável de forma a determinar a origem da mesma. Sobre este tema é importante que avancem os estudos contidos no PEQar estabelecidos através do Decreto Estadual de Qualidade do ar conduzido pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Estes estudos de identificação das contribuições devem ser conduzidos levando em consideração ações de acreditação pela comunidade acadêmica e auditado por empresas independentes.

Que mecanismos a ArcelorMittal Tubarão tem para controle e monitoramento ambiental?

Cinturão Verde; Wind Fence, cobertura de correias; sistemas de aspersão nos pátios; sistemas de despoeiramentos (filtros de mangas e precipitadores eletrostáticos); sistema de dessulfuração dos vapores amoniacais na Coqueria; equipe de manutenção dos equipamentos de controle ambiental altamente qualificada; monitoramento contínuo das chaminés; altos índices de recirculação / reutilização de água e de reaproveitamento de resíduos; programa de limpeza e varrição de vias pavimentadas; lavadores de pneus na saída de pátios; autossuficiência energética; programa de educação ambiental para capacitação e sensibilização de empregados próprios e prestadores de serviço para que a execução de suas atividades tenham ações pró ativas para minimizar os impactos ambientais que possam ser gerados.

Estudos para avaliar eficiência do controle ambiental dos pátios de matérias primas; Monitoramento de águas subterrâneas; tratamento de esgoto; monitoramento de efluentes; monitoramento de chaminés, estudo e pesquisas para reutilização de resíduos em aplicações em agricultura, cimenteiras, indústria da construção civil, indústria química, etc.

Vocês analisaram as propostas do relatório da CPI que foi amplamente divulgado pela mídia e disponível no site da ALES? Qual a avaliação de vocês?

Sim, temos conhecimento das propostas e reafirmamos nosso trabalho contínuo de melhoria de nossos equipamentos e tecnologias para redução de nossas contribuição. A empresa tem como prática desde sua concepção a busca por tecnologias e ações que baseadas em dados, fatos e pesquisas justifiquem sua implementação. Prova disso é o nosso Plano de Investimentos Ambientais em vigor, que prevê resultados expressivos e foi concebido após inúmeras discussões e pesquisas com o apoio do Iema.

Muito tem sido falado pela população sobre uma tecnologia de enclausuramento (Domus), que teria 100% de efeito contra a emissão de poeira. A empresa avalia a adoção desse sistema? Ele traria vantagens em relação ao que é utilizado?

A tecnologia de enclausuramento (DOMUS) que existe em uma única planta siderúrgica no mundo (Coreia do Sul), foi concebida conjuntamente com o projeto da usina, passando por uma concepção de infraestrutura logística diferente das adotadas por usinas em funcionamento, o que inviabiliza a sua adoção.

Os pátios de matérias primas da ArcelorMittal Tubarão representam apenas 2,4% de suas emissões totais de material particulado.

Nessas operações a empresa adota os seguintes controles ambientais: Sistema de Aspersão de Água e polímeros nas pilhas, Cinturão Verde e Wind Fence como barreira para os Ventos, cobertura de correias e sistemas de filtros de mangas nas transferências de materiais.

A OAB-ES denunciou que o Claus, equipamento que controla a emissão de enxofre pela empresa estaria desligado. Isso procede?

Não. Essa denúncia é improcedente. O Sistema de Dessulfuração da empresa, conhecido como Claus, encontra-se operando normalmente com seus dados sendo monitorados diariamente e enviados mensalmente aos órgãos fiscalizadores com resultados dentro dos limites estabelecidos na sua licença ambiental. Recebemos , inclusive, no dia 13 de maio de 2016, a Comissão de Meio Ambiente da OAB/ES que pode constatar no local o pleno funcionamento do equipamento, sanando assim, todas as dúvidas da Instituição.

Em que consiste o Claus e que benefícios ele oferece?

O sistema Claus é um sistema de dessulfuração que retira o enxofre dos vapores amoniacais gerado nas colunas de destilação de amônia da planta da Coqueria, possuindo uma eficiência de remoção da ordem de 99%. O equipamento permite a produção de enxofre de alta pureza nas fases sólida e líquida a partir do SO2, sendo este coproduto utilizado pela indústria química e de fertilizantes. Ele foi resultado de investimentos da ordem de US$ 27 milhões, tem origem alemã e é inédito na América do Sul. Esse sistema permitiu a redução da taxa especifica do dióxido de enxofre da Usina da ordem de 41% de 3,69 kg/tab para 2,16kg/tab.

A instalação do equipamento foi um compromisso voluntário assumido pela empresa quando do processo de licenciamento da expansão da produção da empresa para 7,5MT e que foi oficializado através de uma condicionante da Licença de Operação A seleção por ele se deu após visitas de benchmarking, feitas por especialistas da empresa e analistas do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA), a diversas usinas do Grupo ArcelorMittal no mundo.

De quanto é a produção de enxofre na empresa? Esse índice está dentro dos limites impostos pela legislação?

A produção de enxofre do sistema Claus está entre de 1,5 a 2,0 ton/dia. Um ponto a ser esclarecido, é que não devemos confundir produção de enxofre com emissões de dióxido de enxofre da chaminé 01. A chaminé possui limite de emissão condicionado pelo IEMA, a produção de enxofre segue a eficiência de controle do processo. No caso das emissões de dióxido de enxofre da chaminé 01, a mesma se encontra dentro dos limites estabelecidos pela sua condicionante nº04 da LO 282/2008.

Como está o processo do Porto de Tubarão? Há risco de interdição por parte da Justiça Federal novamente?

No dia 26 de janeiro, a Justiça Federal determinou a exclusão da ArcelorMittal Tubarão do procedimento que determinou a interdição dos terminais de minério e carvão (Píer II e Píer Praia Mole, respectivamente) do Porto de Tubarão.

A decisão de seu a partir da comprovação de que a ArcelorMittal não proprietária de qualquer parcela dos terminais, não tendo gestão sobre as atividades neles desenvolvidas nem hoje, nem em qualquer período de sua historia de operação no Estado. Nossa operação portuária é restrita ao TPS (Terminal de Produtos Siderúrgicos), localizado no Porto de Praia Mole.

Você sabia?

  • Liderança mundial - ArcelorMittal Tubarão

    Liderança mundial

    Presente em cerca de 60 países e contando com mais de 250 mil empregados, o Grupo ArcelorMittal é líder mundial na produção de aços planos e longos.

    Com uma gestão embasada em três pilares sustentabilidade, qualidade e liderança, o Grupo investe continuamente em novas tecnologias voltadas a aprimorar o processo produtivo e manter as unidades na vanguarda do setor de aço mundial.

  • Gente de todo lugar - ArcelorMittal Tubarão

    Gente de todo lugar

    Para construir e começar a operar a usina, Tubarão recebeu profissionais de outros estados e até de outros países, como Japão e Itália. Determinados a contribuir para a excelência da nova planta de aço, eles também construíram uma cultura organizacional singular voltada à qualidade com estabilidade, à disciplina com alegria e à responsabilidade com criatividade.

  • Localização adequada - ArcelorMittal Tubarão

    Localização adequada

    Além das vantagens logísticas, a localização da ArcelorMittal Tubarão permitiu que seu projeto incorporasse um moderno e eficiente sistema de utilização da água do mar para resfriamento dos equipamentos.

    A água do mar, depois de ser utilizada sem entrar em contato direto com os equipamentos, retorna ao mar com as mesmas características.

  • Usina integrada - ArcelorMittal Tubarão

    Usina integrada

    A ArcelorMittal Tubarão é uma usina de produção de aço integrada. Isso significa que a unidade realiza todas as etapas do processo: produção de coque, sínter e gusa, fabricação do aço líquido, lingotamento em placas e laminação.

    A usina também produz toda a energia que consome, por meio de termelétricas que utilizam os vapores e gases gerados no próprio processo produtivo.