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Sustentabilidade - ArcelorMittal Tubarão

Mudanças climáticas e energia

A ArcelorMittal Tubarão tem como orientação estratégica contribuir nos esforços mundiais de controle das causas das mudanças climáticas focados em minimizar a tendência de aquecimento global, decorrente do aumento do efeito estufa. Desde a década de 1990, a empresa desenvolve ações que empregam tecnologias limpas voltadas para a redução das emissões de CO2, de acordo com as estratégias estabelecidas no Tratado de Kyoto.

Entre essas estratégias está o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), instrumento que permite uma interação entre os países desenvolvidos (denominados Anexo 1) e os países em desenvolvimento (denominados não Anexo 1) para a obtenção de Créditos Carbono, gerados em função da redução dos gases responsáveis pelo efeito estufa. A ArcelorMittal Tubarão é pioneira no investimento em projetos MDL.

Em 2006, foi aprovado, no âmbito da ONU, o projeto Cogeração de energia elétrica a partir da recuperação do gás LDG, fato que transformou Tubarão na primeira produtora integrada de aço do mundo autorizada a comercializar créditos de carbono de acordo com o Tratado de Kyoto. Esse projeto, implantado em 2004, permite o reaproveitamento dos gases da aciaria nas centrais termelétricas de Tubarão. Ou seja, além de não serem liberados na atmosfera, esses gases geram receita em forma de energia elétrica, reduzindo os custos de produção.

Outro projeto, aprovado em 2012 pelas autoridades da ONU, é o "Heat Recovery (HR)", que consiste na cogeração de energia elétrica a partir do calor recuperado no processo de produção de coque, na Sol Coqueria, unidade que começou a operar em 2007. Estima-se que este projeto de MDL contribuirá para reduzir cerca de 3,4 Mt CO2 em dez anos, além de contar com todos os impactos ambientais controlados e aprovados pelas autoridades ambientais.

Tubarão possui, ainda, um terceiro projeto MDL em processo de análise. Neste caso, os créditos carbono virão da economia de emissões de gases de efeito estufa proporcionada pela implantação do Terminal de Barcaças Oceânicas (TBO), que iniciou as operações em setembro de 2008. Quatro barcaças transportam o equivalente a 110 caminhões (por dia) por cerca de 1170 quilômetros entre as cidades de Vitória (ES) e São Francisco do Sul (SC). A estimativa é que sejam geradas 840 mil toneladas de créditos de carbono ao longo de sete anos.